segunda-feira, 20 de julho de 2009

Campeão da Copa do Brasil 2009


O Coringão voltou. Só que dessa vez é para a Libertadores, principal obsessão do clube alvinegro. Um ano e sete meses depois de viver o pior capítulo de sua história com o rebaixamento para a Série B, o Corinthians novamente manda no país. Após ser campeão paulista invicto, a equipe desbancou o temido Internacional, empatou por 2 a 2 no Beira-Rio, nesta quarta-feira, e conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil (já havia ganhado em 1995 e 2002). E mais: assim como Flamengo, o clube paulista tem agora sete títulos nacionais, contando os Brasileiros. O sucesso desse Timão é incontestável.
A situação alvinegra para esta noite era confortável, afinal havia vencido a partida de ida, no Pacaembu, por 2 a 0. Mas a experiência negativa do vice-campeonato da edição passada para o Sport, depois de uma vitória por 3 a 1 em São Paulo, fez os alvinegros manterem a cautela. Só que essa equipe montada por Mano Menezes é mais segura e talentosa do que a de 2008. E conta com uma peça muito importante, que nenhum outro clube brasileiro tem parecido: o poder de decisão de Ronaldo.
1º Jogo

2º Jogo



Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 1/7/2009.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG). Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) e Roberto Braatz (Fifa/PR).
Público: 50.286. Renda: R$ 754.460,00
Gols: Jorge Henrique, aos 19, e André Santos, aos 28 minutos do primeiro tempo; Alecsandro, aos 25 e aos 29 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Índio, Taison, D'Alessandro (I); André Santos, Elias, Jean, Douglas (C). Cartão vermelho: D'Alessandro (I). Elias (C).

Internacional: Lauro; Bolívar (Danilo Silva), Índio, Danny e Kleber; Glaydson (Alecsandro), Magrão, Guiñazu e D'Alessandro; Taison (Andrezinho) e Nilmar.
Técnico: Tite
Corinthians: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos (Diego); Cristian (Boquita), Elias e Douglas; Dentinho (Dentinho), Ronaldo e Jorge Henrique.
Técnico: Mano Menezes

sábado, 18 de julho de 2009

Campeão da Copa do Brasil 2008

Primeiro clube nordestino a conquistar um título brasileiro (o de 87, reconhecido pela CBF), o Sport incluiu nesta quarta-feira o Nordeste no rol de campeões de mais uma competição nacional. O time pernambucano se torna o primeiro da região a ter a Copa do Brasil na lista de conquistas.
O Sport fez aquilo que precisava. Venceu o Corinthians por 2 a 0, no Recife, e conquistou o seu primeiro título da Copa do Brasil. Com os gols de Carlinhos Bala e Luciano Henrique, ainda no primeiro tempo, o Leão devolveu a diferença do Timão na primeira partida (3 a 1 no Morumbi), mas, por ter feito um gol fora de casa, ficou com a taça. Empurrado por uma Ilha do Retiro lotada e enlouquecida, o Rubro-Negro é o primeiro brasileiro garantido na Taça Libertadores da América de 2009. Os paulistas reclamaram de um pênalti de Magrão em Acosta nos acréscimos, mas não teve jeito.

O dia da decisão foi tenso desde as primeiras horas. Pela manhã, a delegação do Corinthians, que viajou para Pernambuco na segunda-feira à tarde, mas estava longe da capital – em Cabo de Santo Agostinho – para evitar tumulto, finalmente chegou ao Recife. Enquanto isso, centenas de corintianos sem ingressos desembarcavam na cidade. Nos bastidores, as duas diretorias travavam uma batalha por bilhetes. O Timão exigia os 10% que o Estatuto do Torcedor determina; o Sport, dizendo que não foi bem tratado no primeiro jogo, em São Paulo, cedeu apenas 950. Horas depois, com intervenção até do governo do estado, a liberação de mais 500. Indignados, os alvinegros protestaram, fecharam ruas, mas muitos tiveram de ficar fora da Ilha do Retiro.
1º Jogo

CORINTHIANS 3x1 SPORT
Local: Morumbi (São Paulo-SP);
Público: 63.871; Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR);
Gols: Dentinho 18' e Herrera 23' do 1º; Acosta 31' e Enílton 46' do 2º;

Corinthians: Felipe, Carlos Alberto, William, Chicão e André Santos;
Fabinho, Eduardo Ramos (Nilton), Alessandro (Fábio Ferreira) e
Diogo Rincón (Acosta); Dentinho e Herrera. Técnico: Mano Menezes.


Sport: Magrão, Luisinho Netto, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista,
Fábio Gomes, Sandro Goiano (Everton) e Luciano Henrique (Roger);
Carlinhos Bala e Leandro Machado (Enílton). Técnico: Nelsinho Batista.


2º Jogo

SPORT 2x0 CORINTHIANS
Local: Ilha do Retiro (Recife-PE);
Público: 33.921; Árbitro: Alicio Pena Júnior (MG);
Gols: Carlinhos Bala 34' e Luciano Henrique 37' do 1º;
Cartões Amarelos: Durval e Herrera; Expulsões: Wellington Saci e William

Sport: Magrão, Diogo, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista,
Sandro Goiano, Luciano Henrique (Everton) e Kássio (Enílton);
Carlinhos Bala e Leandro Machado (Roger). Técnico: Nelsinho Batista.


Corinthians: Felipe, Carlos Alberto (Lulinha), William, Chicão e André Santos;
Fabinho, Eduardo Ramos, Alessandro e Diogo Rincón (Acosta);
Dentinho (Wellington Saci) e Herrera. Técnico: Mano Menezes.

Campeão da Copa do Brasil 2007

Depois de perder as duas decisões anteriores que disputou no torneio, o Fluminense assegurou o título da Copa do Brasil-2007. O time do técnico Renato Gaúcho venceu o Figueirense, em Florianópolis, por 1 a 0. O único gol do jogo foi marcado pelo defensor Roger.
Além do título, o Fluminense assegurou vaga na edição 2008 da Taça Libertadores. Os dois times empataram em 1 a 1 na partida de ida.
Como entrou em campo depois de ter marcado um gol no campo do adversário, o Figueirense podia empatar por 0 a 0 que ficaria com o título. No entanto, logo no início da partida desperdiçou a vantagem.
Com 3min, numa saída errada da defesa do Figueirense, o zagueiro Roger dominou passe dentro da área, completamente livre, e chutou forte de pé direito para abrir o placar.
Apoiado por sua torcida, o Figueirense tentou partir para o ataque. E, aos 10min, quase empatou. O atacante Victor Simões recebeu passe dentro da área e tocou rasteiro. A bola bateu na trave antes de sair.
Depois de resistir à pressão do time de Santa Catarina, o Fluminense criou uma ótima chance para ampliar aos 30min, quando o volante Arouca invadiu a área e chutou forte, mas parou na boa defesa do goleiro Wilson.
Precisando pelo menos marcar um gol para a levar a decisão para os pênaltis, o Figueirense voltou para a etapa final com muita disposição. Muito recuado, o Fluminense errava passes e não conseguia chegar ao ataque.
Aos 8min, o Figueirense chegou com perigo. Após boa tabela, Victor Simões conseguiu chutar para o gol, mas o goleiro Fernando Henrique defendeu. Dois minutos depois, num contra-ataque, o atacante Alex Dias se livrou de um zagueiro e bateu para fora, numa boa jogada do Fluminense.
Aos 32min, o Fluminense teve a chance de ampliar o resultado. Alex Dias recebeu a bola dentro da área e chutou forte, no alto, mas o goleiro Wilson fez grande defesa e evitou o gol.

Figueirense 0 x 1 Fluminense
Local: Orlando Scarpelli (Florianópolis-SC - 21h45); Público: 18.185;
Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR); Gol: Roger 3' do 1º;
Cartões Amarelos: Édson, Thiago Neves e Júnior César
FIGUEIRENSE: Wilson, Anderson Luiz (Fernandes), Felipe Santana e
Chicão; Ruy, Diogo (Ramón), Vinícius (Édson), Henrique,
Cleiton Xavier e André Santos; Vitor Simões. Técnico: Mário Sérgio.
FLUMINENSE: Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Roger e
Júnior César; Fabinho, Arouca, Cícero e Carlos Alberto (Thiago Neves);
Alex Dias (Rafael Moura) e Adriano Magrão (David). Técnico: Renato Gaúcho

Campeão da Copa do Brasil 2006

Após ser campeão da Copa do Brasil pela primeira vez em 1990, o Flamengo voltou a comemorar o título da competição ao vencer o seu arqui-rival Vasco por 1 a 0, no Maracanã.Mais do que superar o seu inimigo e voltar a conquistar um título de importância nacional, os flamenguistas garantiram uma vaga na próxima edição da Taça Libertadores da América, o mais valioso torneio do futebol sul-americano, o que não acontecia desde 2002.O título, que deu ainda ao Flamengo R$ 1,2 milhão de prêmio, uma importante quantia para um clube que convive com problemas financeiros, garante uma certa tranqüilidade, algo raro em um time que se acostumou a viver com momentos turbulentos, como a constante ameaça de rebaixamento nos últimos anos.Por outro lado, o Vasco, que também sofre com problemas semelhantes, terá que concentrar todas as suas forças no Campeonato Brasileiro para "salvar" o ano --já que o título nacional é improvável, uma boa campanha da equipe já seria suficiente para agradar aos torcedores.A nova missão vascaína terá início no próximo domingo, quando a equipe recebe o Cruzeiro. Enquanto isto, o campeão Flamengo irá viajar para Curitiba, onde enfrenta o Atlético-PR no mesmo dia, tentando aproveitar o embalo do título para se reabilitar na competição --ocupa a 15ª colocação, com 14 pontos, apenas um a mais que o Palmeiras, o primeiro da zona do rebaixamento.

O jogo
Depois de perder o primeiro jogo por 2 a 0, o Vasco mostrou muito nervosismo desde o início da partida. Com isto, o Flamengo não teve dificuldade para impor o seu ritmo de jogo e dominar toda a partida.A primeira chance flamenguista aconteceu aos 30s do primeiro tempo, quando Renato Augusto desperdiçou grande oportunidade na frente do goleiro Cássio, enquanto o Vasco só chegou ao gol de Diego aos 18min, quando já tinha um jogador a menos.Aos 15min, o atacante Valdir Papel mostrou descontrole ao dar um carrinho violento em Leonardo Moura e receber o segundo cartão amarelo. Irritado com a atitude de seu atleta, o técnico Renato Gaúcho dirigiu ofensas ao jogador e chegou até a empurrá-lo.Com dez atletas em campo, o Vasco se mostrou ainda mais nervoso que antes. Errando muitos passes, a equipe não conseguia ficar com a posse de bola e permitia contra-ataques ao adversário.Melhor em campo, o Flamengo chegou ao gol aos 28min, quando Leonardo Moura tentou o chute e acertou a defesa vascaína. No rebote, a bola sobrou para Juan, que acertou o canto esquerdo do goleiro Cássio.Atrás no marcador e com pouca perspectiva de reação, o Vasco não ameaçava o gol de Diego e não conseguia resistir ao futebol do rival.Os quinze minutos do intervalo serviram para acalmar os ânimos vascaínos, o que não impediu que a maior organização do Flamengo continuasse a predominar na partida. Apesar de partir para o ataque de todas as maneiras possíveis, o Vasco continuou sem criar chances de gol.Por outro lado, a equipe do técnico Ney Franco seguia sendo perigosa, como aos 15min, quando o volante e capitão Jônatas fez boa jogada individual, entrou na área do rival e obrigou o goleiro Cássio a fazer grande defesa, ou aos 21min, quando Luizão acertou a trave após um bonito "corta-luz" de Obina.A partir da segunda metade da etapa final, o Flamengo passou a tocar a bola com tranqüilidade, apenas esperando o apito final para continuar como o único time do Rio de Janeiro a vencer a Copa do Brasil.

1º Jogo

FLAMENGO-RJ 2x0 VASCO-RJ
Local: Maracanã (Rio de Janeiro-RJ); Público: 44.000;
Árbitro: Leonardo Gaciba (RS); Gols: Obina 15' e Luizão 17' do 2º;
Cartões Amarelos: Júnior, Ronaldo Angelim, Ramón, Andrade e Ives.

Flamengo: Diego, Renato Silva (Obina), Fernando e Ronaldo Angelim;
Leonardo Moura, Jônatas, Toró (Rodrigo Arroz), Renato,
Renato Augusto (Júnior) e Juan; Luizão. Técnico: Ney Franco.

Vasco: Cássio, Wágner Diniz, Jorge Luiz, Fábio Brás e Diego;
Ives, Andrade, Ramón (Abedi) e Morais;
Valdiran (Ernani) e Edílson. Técnico: Renato Gaúcho.


2º Jogo

VASCO-RJ 0x1 FLAMENGO-RJ
Local: Maracanã (Rio de Janeiro-RJ); Público: 45.459;
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS); Gol: Juan 28' do 1º;
Cartões Amarelos: Valdir Papel, Wágner Diniz, Morais, Abedi, Luizão,
Toró, Renato Augusto e Fernando; Expulsão: Valdir Papel 17' do 1º.

Vasco: Cássio, Wágner Diniz, Jorge Luiz, Fábio Brás e Diego;
Ygor, Andrade (Abedi), Ramón (Valdiran) e Morais (Ernane);
Valdir Papel e Edílson. Técnico: Renato Gaúcho.

Flamengo: Diego, Renato Silva, Fernando e Rodrigo Arroz;
Leonardo Moura, Jônatas, Toró (Obina), Renato, Renato Augusto
(Peralta) e Juan (Léo); Luizão. Técnico: Ney Franco

Campeão da Copa do Brasil 2005

O Paulista arrancou um empate por 0 a 0 contra o Fluminense, nesta quarta-feira, no estádio de São Januário, no Rio, na partida de volta da final da Copa do Brasil, e conquistou o inédito título da competição.A equipe de Jundiaí assegurou o troféu, já que havia vencido a partida de ida por 2 a 0, na semana passada. Com isso, o Paulista é o primeiro representante do Brasil confirmado para a Taça Libertadores-2006.A conquista do time do técnico Vágner Mancini também conserva para o Estado de São Paulo a taça da competição nacional. No ano passado, o Santo André havia superado o Flamengo na decisão.Coincidentemente, Abel Braga, que é o atual técnico do Fluminense, treinava o Flamengo no ano passado. Foi também o segundo vice da equipe das Laranjeiras --em 1992, o Fluminense perdeu do Internacional.Na caminhada do título, o Paulista, que está na segunda divisão do Brasileiro, eliminou só times da elite do Nacional --antes, tinha ganhado de Juventude, Botafogo, Internacional, Figueirense e Cruzeiro.


FLUMINENSE-RJ 0x0 PAULISTA-SP
Local: São Januário (Rio de Janeiro-RJ - 22h00)
Público: 25.000; Árbitro: Leonardo Gaciba (RS);
Cartões Amarelos: Leandro, Lucas e Márcio Mossoró.

FLUMINENSE: Kléber, Schneider (Alan), Antônio Carlos, Fabiano Eller e
Juan; Marcão, Diego (Léo Guerra), Preto Casagrande e
Juninho (Toró); Leandro e Tuta. Técnico: Abel Braga.

PAULISTA: Rafael, Lucas, Anderson, Dema e Julinho;
Amaral, Fábio Gomes, Cristian (Fábio Vidal) e Juliano (Réver);
Márcio Mossoró e André Leonel (Abraão). Técnico: Vágner Mancini.

Campeão da Copa do Brasil 2004

O Santo André calou os mais de 70 mil torcedores que foram ao estádio no Maracanã na noite desta quarta-feira na expectativa de comemorar o título da Copa do Brasil-2004 com o Flamengo. Depois de empatar o primeiro jogo, em São Paulo, a equipe do ABC venceu por 2 a 0, conquistou o primeiro título expressivo de sua história e garantiu a vaga na Taça Libertadores-2005.O Flamengo foi a terceira "vítima" entre os grandes do futebol brasileiro que o Santo André deixou pelo caminho em sua trajetória nesta edição da Copa do Brasil --os outros foram Atlético-MG e Palmeiras. A equipe se tornou conhecida por obter bons resultados positivos fora de casa no torneio: empatou com o Palmeiras (4 a 4), depois de uma igualdade em seu estádio (3 a 3), e venceu o XV de Novembro-RS (3 a 1) depois de perder em casa (4 a 3).O título desta quarta serviria para acalmar um pouco a impaciente torcida flamenguista, irritada com o péssimo desempenho do time no Campeonato Brasileiro --a equipe carioca ocupa o penúltimo lugar na tabela de classificação, com oito pontos, na zona de rebaixamento.Fora de campo, os dirigentes do clube queriam usar o prêmio de R$ 1 milhão dado ao vencedor para pagar salários atrasados, porque o clube atravessa uma grave crise financeira. Com o vice-campeonato, o Flamengo embolsou R$ 500 mil. O time do ABC levou R$ 1 milhão.


Local: estádio do Maracanã, no Rio
Juiz: Carlos Eugênio Simon (RS) Cartões amarelos: Alex, Dirceu e Júlio César (SA); Jean, André Bahia e Fabiano Eller (F)
Gols: Sandro Gaúcho, aos 7min, e Elvis, aos 23min da etapa final
Renda: R$ 1.038.244,00Público: 71.988 pagantes

FLAMENGO: Júlio César; Reginaldo Araújo, André Bahia, Fabiano Eller e Roger (Athirson); Da Silva, Douglas Silva (Negreiros), Ibson e Róbson (Jônatas); Felipe e Jean.Técnico: Abel Braga

SANTO ANDRÉ: Júlio César; Dedimar, Alex e Gabriel; Nelsinho (Da Guia), Dirceu, Ramalho (Ronaldo), Romerito e Élvis (Dodô); Sandro Gaúcho e Osmar.Técnico: Péricles Chamusca

Campeão da Copa do Brasil 2003

O Cruzeiro venceu o Flamengo por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Mineirão, e conquistou pela quarta vez o título da Copa do Brasil, igualando-se ao Grêmio e garantindo a primeira vaga brasileira na Libertadores-2004.A equipe mineira, que tinha a vantagem de jogar por um empate sem gols, pois marcou um gol na partida de ida (1 a 1), no Maracanã, definiu a vitória logo nos 30 primeiros minutos de jogo, com três gols de cabeça.
O primeiro surgiu na primeira jogada de ataque cruzeirense, quando não haviam se passado nem dois minutos. O meia Alex cobrou falta pelo lado esquerdo, e Deivid, livre na área, cabeceou no ângulo direito.Deivid é justamente o único jogador que também esteve na decisão do ano passado. O jogador foi o herói da conquista do Corinthians ao marcar o gol de empate contra o Brasiliense por 1 a 1, em Brasília.Aos 16min, a defesa flamenguista voltou a mostrar deficiência pelo alto, e o Cruzeiro marcou o segundo gol. Alex cobrou falta na área, novamente pelo lado esquerdo, e o colombiano Aristizábal cabeceou alto.Nove minutos depois, o Flamengo teve a melhor chance para diminuir a vantagem do rival. Após confusão na área mineira, a bola sobrou para Edílson, que chutou cruzado rente à trave esquerda do gol de Gomes.A resposta do time de Wanderley Luxemburgo veio aos 29min, novamente em uma jogada área. Após cruzamento da direita, o zagueiro Luisão subiu livre para marcar o terceiro gol dos mineiros.Na etapa final, o Cruzeiro continuou melhor e só não ampliou o marcado devido ao goleiro Júlio César, que fez duas boas defesas: primeiro em finalização de Alex, na pequena área, e, depois, em chute de longe de Deivid.No momento em que os donos da casa estavam melhor, o Flamengo chegou ao gol. Aos 19min, o atacante Fernando Baiano recebeu no meio da área e bater forte para diminuir a vantagem cruzeirense.

CRUZEIRO-MG 3x1 FLAMENGO-RJ
Local: Mineirão (Belo Horizonte/MG - 21:40 hrs);
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP); Público: não divulgado;
Gols: Deivid 1', Aristizábal 15' e Luisão 28' do 1º;
Fernando Baiano 18' do 2º; Cartões Amarelos: Fernando,
Fabinho, Athirson, Fernando Baiano, Mota, Luisão e Aristizábal.
CRUZEIRO: Gomes, Maurinho, Gladstone, Luisão e Leandro;
Augusto Recife, Jardel, Wendell (Márcio) e Alex (Sandro);
Deivid e Aristizábal (Mota). Técnico: Wanderlei Luxemburgo.
FLAMENGO : Júlio César, Luciano Baiano, Fernando, André Bahia e
Athirson; Fabinho, André Gomes (Igor), Fábio Baiano (Jean) e
Felipe; Fernando Baiano e Edílson. Técnico: Nelsinho Baptista.